1/31/2007

Terá Jesus ressuscitado?

Sem dúvida que a morte e a ressurreição de Cristo são os marcos que fundamentam o Cristianismo. No livro dos Actos dos Apóstolos deparamo-nos repetidas vezes com a frase como "ressurgiu de entre os mortos", entre outras. Se a morte de Cristo é algo que está registado, inclusive nos documentos dos tribunais romanos; já a ressurreição é algo que levantas sérias dúvidas ás mentes mais cépticas.
Para muitos, Cristo não ressuscitou de entre os mortos. Para outros fê-lo mas com um corpo espiritual e não humano. Se alguma destas teorias estivesse certa, então todo o edifício do cristianismo acaba por ruir.
Assim sendo proponho-me a apresentar argumentos, baseados na bíblia (o livro de maior confiabilidade de todos os que já foram escritos) como livro histórico, que possam refutar tais afirmações.

O dia da sua ressurreição... Relata o texto bíblico que na madrugada de domingo, Maria Madalena chega ao sepulcro e encontra a pedra, que tapava a entrada do tumulo, revolvida (Jo 20:1-1). Esta pedra havia sido colocada com o exacto motivo de precaver que algo estranho acontecesse (Mt. 27:62-66).
É importante salientar que a pedra não foi deixada ao abandono, mas que a guarda romana se colocou em vigia.
A pedra, a guarda romana e o selo colocado na pedra, são o primeiro argumento para que se possa provar que Cristo ressuscitou.
Acção contínua e Maria chama Pedro e João, com receio que houvessem levado o corpo. João chega mais rápido e vê os lençóis de linho, sem entrar no sepulcro. Pedro entra e depara-se com o mesmo cenário, com a adição de encontrar o lenço que estivera sobre a cabeça de Jesus, num lugar à parte; seguidamente João entrou, viu e creu (João 20:8).
O segundo argumento é o que João viu, que o levou a crer que Jesus ressuscitara.

Após este acontecimento... Os discípulos encontravam-se com medo dos Judeus(Jo. 20:19). Algum tempo depois encontramos Pedro, um dos que estava com medo dos Judeus, a acusar literalmente os Judeus, da culpa da morte de Jesus (At 2:23). O que se terá passado na mente de Pedro? Será que Pedro e os outros discípulos, judeus fanáticos, estariam dispostos a morrer por uma mentira?
O que levou um homem impulsivo como Pedro, a recear os Judeus e a manter-se em casa? Só algo que o tenha desiludido profundamente. Mas o que levantaria alguém profundamente desiludido, ao ponto de ser capaz de dar a cara perante os Judeus, Romanos etc.? Só algo que tenha reavivado a sua esperança. Este pode ser um terceiro argumento.

A pedra, a guarda e o selo

A pedra usada para tapar qualquer túmulo naqueles tempos, era chamada de Golel. Era um grande e pesado disco de pedra usada para proteger os túmulos tanto de homens como contra animais. O excesso de peso, cerca de duas toneladas obrigava a serem "necessários alguns homens (cerca de 20) para removê-la". Perante o quadro de suspeição que existia em torno de Jesus será provável "que a pedra fosse maior que o normal" (MC 16:4).
Esta pedra, Golel, provalelmente era seguida de uma outra pedra a que se chamava de "dopheg", de menores dimensões. Na zona onde ambas se encostavam era colocado o selo do império, para que se houvesse um mínimo movimento entre elas, fosse detectado. Esse selo simbolizava o "poder e autoridade de Roma".
Quem quebrasse o selo incorria na ira da lei romana", o que levanta sérias dúvidas se homens, duvidosos e temerosos como os discípulos, seriam capazes de colocar em risco as suas vidas, para ficarem com um corpo morto. Cesar decretou o seguinte, "Decreto de César: É meu prazer que tumbas e sepulturas permaneçam perpetuamente imperturbadas por aqueles que as construíram para o culto aos seus ancestrais, oas filhos ou aos membros de sua casa. Se, porém, qualquer um fizer acusação de que outro as destruiu ou que, de alguma maneira, tenha extraído o sepultado, ou o tenha maliciosamente transferido para outro lugar com o objectivo de fazer-lhe mal, ou que tenha substituido o selo por outro, contra este ordeno que seja constituido um tribunal, tanto com relação aos deuses, como em relação ao culto dos mortais. Pois é muito mais obrigatório honrar os sepultados. Que seja absolutamente proibido a qualquer um perturbá-los. Em caso de violação, desejo que o ofensor seja sentenciado à pena capital ou considerado culpado de violação de sepulcro".
É importante salientar que a pedra foi realmente selada e que os guardas que ficaram a vigiar o túmulo o sabiam (Mt 27:66). Este selo, uma corda esticada ao longo da pedra e selada em cada uma das pontas com ajuda de argila de selagem, era guardado por um centurião, possivelmente Petrônio de acordo com a tradição.
Um guarda deste calibre estava disposto a cumprir o seu dever de guardar o túmulo de modo tão rigoroso e fiel como haviam executado a crucificação. Estes soldados não tinham nenhum outro interesse senão o de cumprir "estritamente o seu papel de soldados do império romano". Algum guarda que abandonasse o posto era morto; presume-se que a escolta era composta por quatro a dezasseis homens. Durante as vigias nocturnas o guarda de maior posição fazia... rondas e ao aproximar-se, os guardas deveriam ficar em posição de sentido e saudá-lo.
Perante esta discrição será que podemos acreditar que foram as mulheres, Maria Madalena, Maria, mãe de Tiago, e Salomé (Mc 16:1), que desviaram uma pedra que só vinte homens o poderiam fazer? Essa era a grande preocupação delas, quando de madrugada se dirigiam para o túmulo (Mc 16:3)!
Quando lá chegaram, ao despontar do sol (Mc 16:2), a pedra já havia sido removida. O que remete o acontecimento cronologicamente para trás, para o mais profundo da madrugada, onde os guardas, especializados em vigílias nocturnas, fiscalizavam o tumulo com atenção redobrada. Estranhamente a defesa que os guardas vão mais tarde usar (haviam adormecido), é evidentemente contra tudo aquilo que eles primavam por fazer no exercício das suas funções (Mt 28:11); mais estranho se torna os anciãos estarem dispostos a defenderem a pele de soldados inúteis, perante o governador (Mt 28:14).
Mas se é difícil de acreditar na desculpa que os anciãos formularam; mais complicada se torna, perante a dificuldade de permanecer descansadamente a dormir ao ar livre, antes, durante e após um grande terramoto (Mt 28:2); pior se torna se pensarmos na seguinte perspectiva, como é que os guardas poderiam declarar que foram os discípulos que furtaram o corpo de Jesus quando estavam a dormir?
Mas a invenção dos anciãos colocou a culpa do suposto roubo nos discípulos (Mt 28:13). Mas se isso fosse verdade, qual seria a necessidade de Pedro e João se dirigirem ao túmulo após solicitação das mulheres? Não haviam eles roubado o corpo? Outra questão se coloca, se César havia decretado pena capital para quem roubassem um corpo, porque não prenderam imediatamente os discípulos e os mataram?
As justificações utilizadas não se coadunam com o relato bíblico; não foram as mulheres que fizeram rolar a pedra, já estava quando lá chegaram. Nem tão pouco os discípulos porque só lá foram após serem chamados pelas mulheres. Na verdade foi um anjo que rolou a pedra (Mt 28:2).

Os lençóis

O que João viu e o levou a crer está definitivamente ligado aos lençois de linho, que envolviam o corpo de Jesus. Esses lençois eram colocados em torno de todo o corpo. Começando pelos pés, o corpo era enrolado com as faixas de linho. Entre as dobras eram colocadas as ervas misturadas com mirra. As faixas seguiam até às axilas. Os braços eram colocados para baixo, e depois era enfaixado o pescoço. Uma peça separada era enrolada ao redor da cabeça.O tipo de material dos lençois aderia de tal forma aos corpos que as mortalhas não poderiam ser removidas com facilidade. O peso de todos os lençois chegavam a atingir entre os 52 e 54 quilos. O que prova a ressurreição de Cristo neste episódio é o facto de os panos de linho não estarem espalhados pelo túmulo, mas onde o corpo havia estado. Jesus havia sido enrolado (Jo 19:38-42). A única forma de alguém levar o corpo seria rasgando as vestes ou levando o corpo juntamente com os lençois, mas o que a narrativa sugere é que os panos não foram tocados e o corpo não estava presente. Foi como a crisálida abandonada, da qual surgiu a borboleta. Deve se acrescentar ainda que para além da ausência do corpo, o lençol que estava sobre a cabeça de Jesus foi deixado num lugar à parte(Jo 20:7). O termo "deixado" ou "enrolado", consoante a tradução, não indica que o lençol foi enrolado e lançado para um canto qualquer, mas que o lençol foi enrolado em espiral. Não se deve cair no erro de usar um único sentido na palavra "deixado". A conjugação do campo semantico da palavra indica que o lençol foi deixado com o formato arredondado da face de Jesus. Mais uma vez a borboleta saiu da crisálida. Ninguém roubou o corpo. Jesus ressuscitou, atravessou as vestes que o aprisionavam e o lençol "deixado", foi na realidade deixado por Ele, para que João e outros vissem e cressem que Ele ressuscitou.

A alteração comportamental dos discípulos

Apesar de todos os discípulos terem alterado o seu comportamento após as manifestações de Jesus, pretendo usar mais a figura de Pedro, devido ao seu temperamento, para evidenciar a mudança de comportamento nos discípulos.Quando olhamos para Pedro deparamo-nos com um homem corajoso. Encontramos um homem disposto a dar a vida por Jesus (MT 26:35), e não podemos seque julgar a sua declaração. Creio que Pedro disse o que disse com toda a sinceridade, coragem e com disposição de o fazer. Não obstante este mesmo homem corajoso, ao ver Jesus a ser preso não é capaz de manter a sua posição diante de uma mulher (LC 22:56), o que é profundamente estranho na cultura judaica. Lógicamente ao não conseguir fazé-lo perante uma mulher, fez o mesmo com dois homens (LC 22:58-60). Três vezes negou a Jesus e o galo cantou. O seu olhar cruzou-se com o de Jesus (LC 22:61) e lembrou-se das palavras que Jesus lhe havia dito. Pedro saíu e chorou. Pedro deixou Jesus na multidão. Ele não foi capaz de cumprir o que havia dito. A desilusão era grande demais. Afinal Jesus não era o messias. Durante a crucificação Pedro não se chega perto da cruz (LC 23:49); não foi capaz de se identificar como seguidor de Jesus na hora em que este morria. Após a crucificação Pedro e os discípulos esconderam-se com medo (Jo 20:19). A desilusão havia os marcado profundamente. Dias depois os discípulos, os mesmos que temiam os judeus, já não se encontravam em casa, mas reunidos num cenáculo (Act 1:11). Mudança de comportamento. Antes de se reunirem é relatada uma viagem dos discípulos do monte Olival até Jerusalém (Act 1:12). Outra mudança comportamental. Os discípulos que se escondiam, agora passeavam do monte das oliveiras até Jerusalém. É dia de Pentecostes e algo de estranho acontece. Pessoas de várias nações ouvem judeus falar nas suas próprias linguas (Acto 2:11). Uns perguntavam "o que é isto" (Act 2:12) e outros diziam "Estão embriagados" (Act 2:13). Algo estranho se passa de seguida. Pedro, o homem que não foi capaz de manter a sua posição enquanto Jesus vivia, levantou-se ergueu a voz e advertiu o povo (Act 2:14), culpando-o da morte de Jesus (Act 2:23), frisando no entanto que Este havia ressuscitado (Act 2:24). Algo teve de acontecer em Pedro para o mudar de tal forma. Se foi a morte de Cristo que tornou um homem corajoso, num homem covarde incapaz de se afirmar, só outro evento de tão grande dimensão poderia fazer um homem covarde ter a ousadia de dizer "vós o crucificas-te... porém, Deus ressuscitou". A grande força motivadora de Pedro está reflectida numa declaração sua e de João, "não podemos deixar de falar do que vimos e ouvimos" (Act 4:20). Eles haviam visto Jesus após a ressureição (JO 20:19-21). Esse encontro mudou o "medo" (Jo 20:19) em alegria (Jo 20:20). Não o viram uma só vez. Mais tarde Ele apareceu a Tomé (Jo 20:26-27), e esta manifestação, juntamente com a descrita em Lc. 24:13-35, mostram que o corpo de Jesus não era espiritual mas fisico, porque Tomé tocou-lhe. Tocar implica matéria, corpo, e um espírito não tem corpo .
Podemos argumentar dizendo que muitos dão a sua vida por mentiras, e na realidade isso é verdade. No entanto está fora de questão no cenário que estamos a analisar, porque quando Pedro prega a ressurreição de Cristo, fá-lo com convicção e partindo do princípio que é um facto reconhecido entre todos, pois não apresenta nenhum tipo de argumentação a favor da ressurreição. Se na verdade o que Pedro havia pregado fosse mentira, ou não aceite entre o povo, haveria contestação da parte dos judeus presentes. Mas da parte destes não houve contestação, mas sim conversão. Também Paulo na presença de Festo, ao ser interrompido por este após se defender, proferiu a seguinte declaração, "Não estou louco, ó excelentissímo Festo! Pelo contrário digo palavras de verdade e de bom senso. Porque tudo isto é do conhecimento do rei..." (Act 26:25-26). Paulo mais uma vez, tal como Pedro, não procurou provar a ressurreição de Jesus, ele declarou-a como verdadeira (Act 26:23) e mais uma vez não surge nenhum tipo de argumentação contra da parte contrária.

Conclusão... A morte e ressurreição de Cristo são a base onde todas as doutrinas do cristianismo se fundamentam, sendo que a sua morte foi provada através de vários escritos contemporaneos.
Quanto à ressurreição, é na realidade sempre necessário uma dose de fé para se acreditar nela, mas existem realmente evidências que nos podem indicar a veracidade da mesma. Na verdade a questão não deve ser se Jesus ressuscitou ou não, mas sim o que aconteceu com a pedra, com o corpo, com os lençois, com Pedro e os discípulos? Para se negar a ressurreição tem de se justificar de forma concreta estes acontecimentos. Enquanto ninguém apresenta justificações, a bíblia fá-lo. É a única fonte com respostas. Tudo o resto são especulações sobre o que a Bíblia diz.Por fim prenuncio-me dizendo que me parece injusto declarar que algo está errado sem provar o que é verdadeiro.

Leia Mais…

1/10/2007

Um ultimo Grito

Não sei quanto a vocês. Mas quanto a mim estou farto. Farto de cultos, farto de pregações vazias do poder de Deus, farto de falta de milagres na meio onde vivo. Onde estão as pessoas sobre quem impus as mãos e foram curadas, libertas de demónios etc... Vocês não se cansam da treta de cristianismo que vivemos?

Leia Mais…

1/02/2007

Natal

O natal! Para nós é uma época festiva, onde nos reunimos em família. compartilhamos uns com os outros momentos de festa e alegria. No entanto nós como Cristãos, esquecemo-nos variadas vezes, que para a familia de Jesus e para ele próprio, não foi um momento assim tão festivo.
Maria viu o seu marido a deixa-la. Uma tragédia familiar ia acontecendo para que Deus viesse ao mundo! Uma mulher, Maria, poderia ser morta porque Deus queria interferir no mundo. Felizmente José aceitou o que ouviu no sonho, livrando Maria da morte e a sua família da destruição.
Mas não se ficou por aqui. Procuram matar o menino Jesus, porque ia tomar o lugar que lhe é por direito como "rei dos Judeus"! Ainda não sabia falar e já tinha de fugir. Deus na pessoa de Jesus fugia das suas criaturas.
Não fosse fugir já algo de difícil, ainda para mais tinha que ir para uma terra idólatra, o Egipto.
Hoje celebramos, os anjos também o fizeram, mas para Jesus e família, apesar de toda a alegria do momento, foi tudo menos fácil o Natal!

Leia Mais…

12/13/2006

Ele morreu feliz

Este "post" não é um artigo de profunda reflexão, mas somente algo de que me apercebii ao fim de mais de uma dezena de anos como Cristão. A grande "revelação" que todos vocês esperam ouvir depois desta pequena introdução é simplesmente isto, "Jesus morreu Feliz"...

Leia Mais…

12/06/2006

Saudades...

Saudade! Palavra normalmente relacionada com o sentimento de nostalgia. Um sentimento que nos leva a olhar para o passado e desejar que fosse presente.
Saudade está relacionada com pessoas, lugares, sentimentos, entre outras coisas, normalmente vistas ou vividas num tempo longínquo. A saudade deseja voltar a ter, a ser, a pertencer a...
Temos saudades do que nos agradou, temos saudades de quem nos amou, temos saudades do que vimos e nos tocou profundamente, mas dei-me por mim com um sentimento estranho nos últimos dias....
Sim tenho saudades; não do que já vivi e vi, mas sim saudades de alguém que nunca vi e de um espaço que nunca conheci. Tenho saudades de Jesus, o meu amigo. Falo com ele mas nunca o vi, mas tenho saudades dele! Tenho saudades do céu, invejo quem já lá está, queria lá estar hoje apesar de amar a minha vida. Tenho realmente saudades desse lugar. É como se pertencesse-se já a esse lugar e me fosse proibida a entrada.
Tenho saudades não do que já vi, mas do que vou ver

Leia Mais…

11/27/2006

Jesus e a depressão

Os nossos problemas, quando não resolvidos, tendem a levar-nos a depressões. Isso é comum nos dias que correm. Infelizmente, nunca ouve tantos consultórios de psicólogos cheios, como nos dias de hoje. Mas pensem comigo! Se existia alguém que tinha tudo para ter uma depressão, era Jesus.
Enquanto criança sabia que tinha uma missão enorme sobre os ombros, o peso da responsabilidade da obra que o Pai lhe entregou. Como carpinteiro trabalhava diariamente com madeira, sabendo que um dia ele ia ser ferido de morte num madeiro...
Escolheu para seus amigos 12 pessoas, sabendo desde o inicio que um desses o trairia, outro o negaria e que todos os restante ficariam de longe a observá-lo, quando Ele mais precisava de companhia...
Falou para multidões que Ele sabia nada quererem dele, senão os benefícios...
Foi recebido como Rei e sabia que mais tarde ia ser tratado como criminoso...
Isto e muito mais se podia dizer sobre problemas que Ele sabia, de antemão, que passaria. No entanto não existiu depressão em Jesus...
Para quem tiver a passar por alguma depressão lembre-se que Jesus desabafava com o Pai, o seu "psicólogo", (Com todo o respeito por estes profissionais) e que aí encontrava refrigério para a sua alma...

Leia Mais…

11/21/2006

Um Deus sem alento?

"Entre mim e os filhos de Israel será ele um sinal para sempre; porque em seis dias fez o Senhor o céu e a terra, e ao sétimo dia descansou, e ganhou alento" (Exodo 31:17)

Temos um Deus perfeito, criador dos céus e da terra. Este Deus criou tudo do nada. Chamou à existência e tudo surgiu. Em seis dias, possivelmente eras, períodos de tempo alargados, criou os céus e a terra, e ao sétimo dias descansou, conforme é lido em Génesis.
A visão de Deus descansar é algo estranho, pois Deus não "cansa nem se fadiga", mas o texto que coloquei como base para o artigo, acrescenta algo. "Ao sétimo dia descansou (conforme génesis) e achou alento (noutras traduções refrigério, e inclusivamente restaurou-se).
A questão é; porque haveria Deus de tomar alento após criar a humanidade. Não havia ele visto que tudo estava "muito bom"? Não era a criação perfeita? Porque não ganhou alento no sexto dia "quando viu que tudo era muito bom", e com isso se alegra-se?
Mas só a simples questão de "ganhou alento/refrigério" é no minimo complexo, porque o facto de ganhar, implica que não teria ou que algo lhe teria retirado esse mesmo lento. Se isso acontecesse numa época onde reinasse o pecado até entenderia, mas acontece numa altura em que tudo é perfeito...
Então o que terá acontecido para Deus ganhar, ou melhor para ter perdido alento?

Leia Mais…

11/20/2006

Insegurança, lamentação e medo

Tive que estudar sobre um tema! Um tema que não gosto muito, talvez porque não me identifique com ele. Mas isso não retira a veracidade do tema. Estudei sobre o inferno e aquela expressão que Jesus usa, ao dizer que o inferno são "trevas profundas" onde "haverá pranto e ranger de dentes".
Penso nas trevas e na insegurança daí consequentes... Se eu for no meu carro,numa noite escura, numa daquelas estradas nacionais, onde a única luz existente é a dos faroís do meu carro, e se estes se fundirem por uma qualquer razão, entrarei, automáticamente, em sobressalto e sem a miníma segurança em conduzir. Ficarei sem saber para onde é a próxima, curva, se existe alguma ribançeira, entrarei em completa ansiedade, insegurança. Isto só porque tudo ficou escuro. Nâo quero viver a eternidade desta forma.

O pranto, esta expressão que significa lamentação pronfunda, é para mim horrível.
Não gosto de me lamentar, nem de ter razões para isso. Faz-me confusão ver pessoas, que se lamentam diariamente.
Mas queira eu ou não, o inferno será assim...

Ranger de dentes! Mais uma expressão fortíssima usada por Jesus. Ranger de dentes é uma reacção nervosa do ser humano, que só acontece em casos extremos, como frio e medo. Não me interessa saber qual destas duas razões, serão a causa de haver ranger de dentes no infero, pois nenhuma delas é boa...

Já imaginaram... Existem pessoas que vão existir eternamente, com insegurança, lamentando-se, com medo, frio...
Acho que nós, temos para com essas pessoas, a obrigação de as ajudar...
Vamo-nos mover...

Leia Mais…

11/17/2006

O que pregar

Certa vez vários Judeus ficaram maravilhados com as palavras de Jesus, quando este, no decorrer da festa dos tabernáculo, pregava diante de todos no átrio do templo. Enquanto pensavam isto Jesus responde à curiosidade deles dizendo: "Eu não falo de mim próprio, mas daquele que me enviou"... Eu considero isto impressionante e a chave para o sucesso da nossa pregação...
Jesus sendo Deus não falava dele próprio, mas aquilo que o Pai lhe dizia para falar, e isso provoca efeito nos que o ouviam...
E a questão é "será que nós humanos, quando falamos,pregamos, fazemo-lo com base no nosso conhecimento prório, adquirido por estudo? Ou através de uma ordem expressa, vinda de Deus, para dizer o que dizemos?"
Se o fizermos, a primeira hipótese, então não podemos dizer como Jesus,"Eu não falo de mim próprio, mas daquele que me enviou", e por isso mesmo não nos admiremos dos fracos resultados da nossa pregação...

Leia Mais…

11/15/2006

Inacreditável




O que será isto?

Leia Mais…

11/14/2006


Parece um sonho, mas é real... Obrigado Jesus...

Leia Mais…

11/13/2006

O inferno é uma questão de respeito

O inferno! O nome traz consigo uma imagem horrível. Fogo e mais fogo, labaredas enormes que consumem o que tocarem. Demónios, pessoas com olhos desfigurados, com olheiras enormes... É assim que os filmes normalmente retractam o inferno. No entanto a questão permanece. Existirá o inferno? Deus lançará alguém no inferno?
Em primeiro lugar, só podemos dizer que o inferno existe, se acreditarmos que Deus também existe, pois o inferno, é o local onde ficarão aqueles que não crerem em Deus, o qual (local) Deus criou para o diabo e os seus anjos.
Se acreditarmos que Deus existe, temos de acreditar que existe um inferno.
Agora a grande questão é, lançará Deus pessoas no inferno?
Tenho mesmo que dizer que sim. Sim, por uma questão de respeito. Respeito de Deus para com Ele próprio e de Deus para com o Homem.
Deus era extremamente injusto para com alguém, que em vida nada quis com Ele, se o levasse para o céu. Injusto porque ia obrigar alguém, a passar uma eternidade perante uma pessoa que não ama, à qual não deu a minima importância.
Deus para não fazer isso, para não obrigar alguém a estar com Ele não querendo, lança-o no inferno, que por e simplesmente é a ausência de Deus.
Para mim o inferno é uma questão de Deus respeitar o homem, e a sua escolha.

Leia Mais…

Ver para crer

Certa vez os irmãos de Jesus disseram-lhe para subir à Judeia. Decorria a festa dos tabernáculos, onde todo o Israel vinha a Jerusalém. Os irmãos de Jesus disseram-lhe para fazer milagres durante esse tempo. Porquê? Para que os outros, neste caso os seus discípulos, acreditassem nele. No entanto o que o texto diz claramente, é que os irmãos, aqueles que lhe diziam para ir fazer milagres, não acreditavam nele; mas pediam que Jesus fizesse milagres para que os outros acreditassem.
Uma questão se levanta neste ponto. Uma questão que se calhar não queremos responder.
Aqui vai a questão:
- Muitas vezes oramos "Senhor! Faz milagres para que os outros possam vir a crer em ti!" Mas será que estamos a ser sinceros nesse pedido, ou somos nós que deixámos de acreditar que Deus faz, e precisamos de ver para voltar a crer?
Se calhar não somos assim tão diferentes de Tomé.

Leia Mais…

O que é que isso de um Deus menor?

Fala-se desde o século II e III, da possibilidade de Jesus ser um Deus menor que Deus Pai. Na actualidade, quem defende esse ponto de vista no mundo, é a religião denominidada Testemunhas de Jeová.
Qual o problema então existente em dizer-mos que alguém pode ser um Deus menor?
O Problema é que é um absurdo teológico e matemático.
Pensem comigo! Deus é infinito, certo? Se sim, tentem retirar 10% desse infinito, para se tornar um Deus menor, e vejam qual é o resultado!
Se as vossas contas estão certas dá infinito na mesma! Então como é que pode haver um infinito menor que outro? Se é um infinito menor, automaticamente não é infinito, pois tem limites. Se tem limites, se tem fim, então, automáticamente, não é Deus pois é limitado.
Então das duas uma, ou Jesus é Deus ou não! Agora um Deus menor, por favor!

Leia Mais…

11/01/2006



Leia Mais…